(Clarice Lispector)
Mas o que é, de fato, LIBERDADE?
Na infância, eu pensava que era poder brincar na rua até mais tarde, sem que ninguém me chamasse pra terminar o dever de casa.
Após alguns poucos anos, achava que liberdade era poder ir às festinhas da escola, sem horário pra voltar pra casa.
Aos 15 anos, achava que era fazer o que eu quisesse, sem dar explicações ou ter que pedir qualquer tipo de permissão a absolutamente ninguém.
Aos 17, já achava mesmo que era poder sair sem me preocupar, sem temer... Mais do que nunca, minha liberdade era chegar bem na minha casa.
Comecei a achar que a tal liberdade não estava concentrada apenas no "eu". Só ao atingir a maioridade percebi isso.
Pensava que ser livre é não me escravizar ao passado, nem a pessoas, nem às preocupações do futuro... Ser livre mesmo era viver o presente, somente!
Chegando aos 20, pensamos ter toda a liberdade do mundo. Podemos tudo, queremos mais ainda, e temos muitos sonhos.
E ao mesmo tempo, ao me olhar no espelho, eu via uma menininha, que ninguém mais via ou imaginava que ainda existia.
Liberdade, pra mim, é o poder da escolha, de decidir sobre o que se quer. É ter coragem para realizar o que se almeja – as metas. É ter uma intuição, e segui-la. É renunciar ao que se deve. É confiar em Deus, ter fé...
É estar com quem se gosta, desfrutando de simplicidade ao lado de quem você quiser independentemente do que os outros pensem. Afinal, o que importa? Liberdade é, também, ousar e dar uma "banana" pro que pensam de você, quando for preciso.
É cantar, dançar, sorrir... É beber uma cervejinha com os amigos no fim de semana, mas também saber se divertir sem ela, só com a alegria genuína de viver.
Hoje penso que ser LIVRE, de verdade, é simplesmente ser feliz.
E esse pensamento, provavelmente, ainda irá mudar e crescer um bocado...
Na infância, eu pensava que era poder brincar na rua até mais tarde, sem que ninguém me chamasse pra terminar o dever de casa.
Após alguns poucos anos, achava que liberdade era poder ir às festinhas da escola, sem horário pra voltar pra casa.
Aos 15 anos, achava que era fazer o que eu quisesse, sem dar explicações ou ter que pedir qualquer tipo de permissão a absolutamente ninguém.
Aos 17, já achava mesmo que era poder sair sem me preocupar, sem temer... Mais do que nunca, minha liberdade era chegar bem na minha casa.
Comecei a achar que a tal liberdade não estava concentrada apenas no "eu". Só ao atingir a maioridade percebi isso.
Pensava que ser livre é não me escravizar ao passado, nem a pessoas, nem às preocupações do futuro... Ser livre mesmo era viver o presente, somente!
Chegando aos 20, pensamos ter toda a liberdade do mundo. Podemos tudo, queremos mais ainda, e temos muitos sonhos.
E ao mesmo tempo, ao me olhar no espelho, eu via uma menininha, que ninguém mais via ou imaginava que ainda existia.
Liberdade, pra mim, é o poder da escolha, de decidir sobre o que se quer. É ter coragem para realizar o que se almeja – as metas. É ter uma intuição, e segui-la. É renunciar ao que se deve. É confiar em Deus, ter fé...
É estar com quem se gosta, desfrutando de simplicidade ao lado de quem você quiser independentemente do que os outros pensem. Afinal, o que importa? Liberdade é, também, ousar e dar uma "banana" pro que pensam de você, quando for preciso.
É cantar, dançar, sorrir... É beber uma cervejinha com os amigos no fim de semana, mas também saber se divertir sem ela, só com a alegria genuína de viver.
Hoje penso que ser LIVRE, de verdade, é simplesmente ser feliz.
E esse pensamento, provavelmente, ainda irá mudar e crescer um bocado...
